Eu agradeço a toda natureza por me ensinar com plenitude.
Agradeço às pequenas plantinhas por me trazerem o frescor de ser assim tão pequena.
À terra por sempre comportar e amaciar meus pés, por me dar chão e sustento.
À sombra das grandes árvores pelo refresco do meu corpo às vezes tão caloroso.
Ao sol, grande pai celeste, que ilumina meus olhos e esquenta meu peito.
À lua que me ouve sem nenhum julgamento, trata do meu coração como seu próprio.
Agradeço a toda forma de vida, porque hoje meu corpo morre - hoje minha pele é mar sem onda, azul, escura e silenciosa.
Agradeço a toda sutileza por me mostrar aquilo que não se vê. Especialmente hoje, agradeço à senhora da morte em mim.
Agradeço os ciclos e a meus olhos pálidos e abissais que profundo vêem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário