É o interno
Da onde vim
Pra onde vou
É nele que sinto o sabor das coisas
E o cheiro delas,
de mim
Através dele que eu sei olhar com meus olhos os outros olhos que me cercam
Acho que é isso que chamam de deus.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
O vento balança e eu fico.
Eu agradeço a toda natureza por me ensinar com plenitude.
Agradeço às pequenas plantinhas por me trazerem o frescor de ser assim tão pequena.
À terra por sempre comportar e amaciar meus pés, por me dar chão e sustento.
À sombra das grandes árvores pelo refresco do meu corpo às vezes tão caloroso.
Ao sol, grande pai celeste, que ilumina meus olhos e esquenta meu peito.
À lua que me ouve sem nenhum julgamento, trata do meu coração como seu próprio.
Agradeço a toda forma de vida, porque hoje meu corpo morre - hoje minha pele é mar sem onda, azul, escura e silenciosa.
Agradeço a toda sutileza por me mostrar aquilo que não se vê. Especialmente hoje, agradeço à senhora da morte em mim.
Agradeço os ciclos e a meus olhos pálidos e abissais que profundo vêem.
Agradeço às pequenas plantinhas por me trazerem o frescor de ser assim tão pequena.
À terra por sempre comportar e amaciar meus pés, por me dar chão e sustento.
À sombra das grandes árvores pelo refresco do meu corpo às vezes tão caloroso.
Ao sol, grande pai celeste, que ilumina meus olhos e esquenta meu peito.
À lua que me ouve sem nenhum julgamento, trata do meu coração como seu próprio.
Agradeço a toda forma de vida, porque hoje meu corpo morre - hoje minha pele é mar sem onda, azul, escura e silenciosa.
Agradeço a toda sutileza por me mostrar aquilo que não se vê. Especialmente hoje, agradeço à senhora da morte em mim.
Agradeço os ciclos e a meus olhos pálidos e abissais que profundo vêem.
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