meados de 2013, de um caderno antigo:
De onde vem o vão?
Pela postura ereta
Calmaria nos olhos finos
A armadura que cobre pra segurar
O sorriso discreto
Com as pupilas em aberto.
De onde vem o vão?
Pro sexo descarado
Insensato
Pra onde vai o mato
Plantado, cultivado
Nasce onde?
Semeado em que campo?
Em que raiz germinam todas as juras,
os carinhos,
vem de onde?
Não estão fincados
todos os beijos ficam no vento
de tão livres que são.
Nenhum comentário:
Postar um comentário