meados de 2013, de um caderno antigo:
De onde vem o vão?
Pela postura ereta
Calmaria nos olhos finos
A armadura que cobre pra segurar
O sorriso discreto
Com as pupilas em aberto.
De onde vem o vão?
Pro sexo descarado
Insensato
Pra onde vai o mato
Plantado, cultivado
Nasce onde?
Semeado em que campo?
Em que raiz germinam todas as juras,
os carinhos,
vem de onde?
Não estão fincados
todos os beijos ficam no vento
de tão livres que são.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
Já troquei de disco.
02/07/2016
Me incendiou
Depois me transformou em correnteza
Me abriu
Vasculhou
Abrigou
Trouxe cartas
Memórias
Histórias
Mergulhou seu corpo em mim
Jogadas num tapete da sala
Me tocou
Me profanou
Me descobriu
Me despertou
Me incendiou
E me transformou em correnteza
Hoje sigo meu rio
Mergulhada no amor que mora em mim
E te lembro no tapete da sala
Quente
Incendiada
E profanada
Por mim
Me esgueirando
Pela beira
Das margens que esbarro
Por aqui, sigo:
Incendiada
Me incendiou
Depois me transformou em correnteza
Me abriu
Vasculhou
Abrigou
Trouxe cartas
Memórias
Histórias
Mergulhou seu corpo em mim
Jogadas num tapete da sala
Me tocou
Me profanou
Me descobriu
Me despertou
Me incendiou
E me transformou em correnteza
Hoje sigo meu rio
Mergulhada no amor que mora em mim
E te lembro no tapete da sala
Quente
Incendiada
E profanada
Por mim
Me esgueirando
Pela beira
Das margens que esbarro
Por aqui, sigo:
Incendiada
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