sexta-feira, 26 de junho de 2015

Sobre indivíduo.

Bárbara é o nome da mulher que trabalha comigo, ela deve ter uns trinta anos e tem quatro filhos. Um deles se chama Kael por conta do superman.
Coração é o apelido de uma senhora de olhos tristes que lava milhares de louças. Fala pouco, faz muito.
Nilda me lembra alguma personagem do jogo "bully", uma das monitoras altas, engomadas e rigorosas que suspendiam os alunos pelas orelhas.
Cristina, de acordo com um amigo, é a meryl streep em o diabo veste prada, um pouco mais meiga e louca.
Suspirou, se levantou e olhou o relógio. Nessa sequência.
Nada disse, nem com o corpo, nem com palavras.
Foi aí que eu percebi que és fria.
E porque não entendia muito bem o motivo de eu sorrir tanto, ficando encantada, com essas pessoas novas que conheci.
Suspirei, mexi no chá e olhei pra ela.
Que tudo disse, com o corpo e a boca que gritava em meus ouvidos "não te ouço porque não sei não ser assim".

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